domingo, 12 de noviembre de 2017

2047 Os Fidalgos da Casa Mourisca telenovela brasileira 1972

Os Fidalgos da Casa Mourisca foi uma telenovela brasileira exibida pela Rede Record entre 2 de maio e 2 de setembro de 1972, às 19h, em 107 capítulos. Baseada no romance homônimo de Júlio Diniz, foi escrita por Dulce Santucci e dirigida por Randal Juliano.

Sinopse


 velho fidalgo Dom Luís Negrões de Vilar dos Corvos, da Casa Mourisca, vê a sua vida destruída por sucessivas tragédias. Afundado em dívidas, assiste à morte da mulher e da filha mais nova. Os dois filhos, Jorge e Maurício, pretendem inverter a situação e erguer novamente o nome da casa e da família e devolver a prosperidade àquelas paragens.
Sua afilhada, Berta da Póvoa, é uma rapariga elegante, virtuosa, de bons costumes, que regressa a casa depois de ser educada na cidade. É filha de Tomé da Póvoa, o antigo caseiro de Dom Luís, que conseguiu singrar na vida com muito trabalho e dedicação. Jorge apaixona-se por Berta sendo que o seu amor é correspondido, porém, a diferente condição social dos dois – Jorge é fidalgo e Berta é plebeia – impede-os de dar largas ao seu amor e de casarem. Por isso, e por entre juras de amor eterno, combinam secretamente que devem seguir caminhos diferentes.
Devido à debilitada condição de Dom Luís, o fidalgo é amparado pela sua afilhada. Ele nutre um carinho muito grande por Berta, reconhecendo-lhe características de personalidade muito nobres.
Jorge entretanto vai recuperando a prosperidade das terras e devolvendo o bom nome à casa, enquanto que Maurício inicia-se na vida diplomática em Lisboa, ao cuidado da prima dos Bacelos, com quem acabaria por se casar. Dom Luís acaba por descobrir o amor entre Jorge e Berta e, para espanto de todos, concede que o casamento se faça. Jorge e Berta puderam assim viver o seu amor e Dom Luís ver a prosperidade e a felicidade regressar à sua herdade.

Elenco

Curiosidades


2046 Venha Ver o Sol na Estrada telenovela brasileira 1973

Venha ver o sol na estrada foi uma telenovela brasileira exibida pela TV Record entre 2 de abril e 27 de julho de 1973, às 19h45, em 101 capítulos. Escrita por Leilah Assumpção, foi dirigida por Antunes Filho.

Sinopse

Descendentes de uma família rural, os Lourenço tentam se recuperar da falência econômica. O pai era o chefe da casa, mas com a derrocada financeira, a família se desequilibra. Em seguida, todos passam a procurar o seu caminho.
Milena é uma nova rica que não aceita a condição de “rainha do lar” e choca suas amigas da sociedade com seu comportamento de pseudolibertação. Nesse ponto, ela mostra a frustração de inúmeras mulheres que, pressionadas pelo casamento, enveredam pelos caminhos da futilidade.




Elenco

2045 A Idade da Loba telenovela TV Plus/ Rede Bandeirantes Brasil-RTP1 Portugal 1995/1996

A idade da loba foi uma telenovela brasileira co-produzida pela TV Plus e exibida pela Rede Bandeirantes entre 24 de julho de 1995 e 19 de janeiro de 1996, às 19h, em 139 capítulos.
Foi escrita por Alcione Araújo e Regina Braga, dirigida por Jayme Monjardim e Marcos Schechtman e co-dirigida por Luiz Armando Queiroz.
Enredo
Valquíria, após a morte do marido, sai da pequena cidade de São José do Barreiro, interior paulista, em busca de realização profissional, ao lado de sua melhor amiga, Irene. Nessa nova etapa de suas vidas, elas encontram um amor em comum de trinta anos atrás, Montenegro. Esse encontro é marcado por muitos desencontros, inclusive a dificuldade de Montenegro e Valquíria ficarem juntos em definitivo.
Paralelamente, serão desenvolvidas outras tramas: a de Suzana, filha de Valquíria que descobre que Montenegro é seu verdadeiro pai e não o aceita; e a dos vários moradores da pensão do Piconês, onde mora Valquíria, que buscam sucesso profissional e realização amorosa.


Elenco

Ator/AtrizPersonagem
Betty FariaValquíria
Ângela VieiraIrene
Adriano ReysPedro Antônio Montenegro (Montenegro)
Juca de OliveiraJordão
Daniela EscobarGabriela Graciano (Gaby)
Paulo GoulartJosé Rubens Oliveira (Zé Rubens)
Neusa Maria FaroDira Augusta Menezes
Iracema StarlingSuzana Montenegro
Imara ReisEleonora Barroso
Felipe CamargoOtávio Villar Muniz
Fernando VieiraJanaína Fagundes (Nina)
Cláudia MissuraCarolina Lúcia Proença (Calu)
Taumaturgo FerreiraArruda
Luiz Carlos ArutinAndré Castro
Renata FronziGertrudes
Beth GoulartMaria Otília Antunes
Antônio AbujamraPiconês
Fátima FreireMaria Clara
Luiz Armando QueirozCândido
Tânia BondezanOlga
Eduardo CondeGermano
Helena LaureanoTereza Amália
Jayme LeibovitchRicardo
Christiana GuinleIlsa (Isildinha)
Elias AndreattoAquino
Glória PortelaMargô
Íris BustamanteMarina
Haroldo CostaAltino
Cláudia ProvedelFernanda (Nanda)
Maurício BrancoPaulo Henrique
Expedito BarreiraWerneck
Micaela GóesLiliana (Lili)
Charles MyaraUbiraci dos Santos (Bira)
Miguel LunardiOtto
Cristina DantasCecília
Flor VioletaImaculada
Charles MöellerTadeu
Sheila SantosAnna Maria (Aninha)

Trilha sonora

  1. Contigo Aprendi - Nico Rezende
  2. Lindeza - Gal Costa
  3. Tema de Amor - Marcus Viana (tema de abertura)
  4. As Time Goes By - Nilsson
  5. Futuros Amantes - Chico Buarque
  6. Carente profissional - Marina Lima
  7. Moço - Erasmo Carlos
  8. California Dreaming - José Feliciano
  9. Tudo e Nada - Prêntice
  10. Saudade - Renato Teixeira
  11. Despedida - Marcus Viana
  12. Sabor a Mim - Dalva de Oliveira


  • A Idade da Loba marcou o retorno da Rede Bandeirantes na produção de telenovelas e, também, a introdução do estilo de gravação do cinema na produção de teledramaturgia.
  • iluminação e o tom antinaturalista dados às cenas são exemplos dessas referências cinematográficas.
  • Foi o último trabalho do ator Luís Carlos Arutin, que morreu faltando nove dias para o último capítulo, porém sua participação como o personagem André já havia sido gravada.
  • A Idade da Loba foi co-produzida com a RTP1, mas foi exibida á noite a seguir á telenovela Desencontros neste canal e depois do programa Casados de Fresco, quando a telenovela Desencontros chegou ao fim. Mais tarde, foi substituída em 1996 pela telenovela Roseira Brava.
FormatoTelenovela
Duração55 min. aproximadamente
Criador(es)Alcione Araújo
País de origemBrasil
Idioma originalPortuguês
Produção
Diretor(es)Jayme Monjardim
Marcos Schechtman
ElencoBetty Faria
Adriano Reys
Ângela Vieira
Juca de Oliveira
Daniela Escobar
Paulo Goulart
Neusa Maria Faro
Felipe Camargo
Cláudia Missura
Imara Reis
Taumaturgo Ferreira
Beth Goulart
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Exibição
Transmissão original24 de julho de 1995 - 19 de janeiro de 1996
N.º de episódios139

2044 O Julgamento telenovela brasileira 1976/1977 abertura

2043 O Julgamento telenovela brasileira 1976/1977

O Julgamento foi uma telenovela brasileira que foi produzida pela extinta Rede Tupi e exibida às 20h, entre 4 de outubro de 1976 a 30 de abril de 1977, tendo 178 capítulos, substituindo Xeque-Mate e sendo substituída por Um Sol Maior , às 20:00.
Foi escrita por Renata Pallottini e Carlos Queiroz Telles, com base no romance Os Irmãos Karamazov, de Dostoiévski, e dirigida por Edson Braga e Álvaro Fugulin, com direção geral de Edson Braga.
Sinopse
A história se passa na cidadezinha de Feira das Almas, onde vive a família Paixão. Lourenço Paixão, o patriarca da família, vive constantes conflitos com seu filho mais vellho, Dimas Paixão. Esses conflitos recaem sobre todos os outros filhos.
Um certo dia, Lourenço é assassinado e a culpa do crime cai sobre Dimas. Dai pra frente, ele tentará provar sua inocência.
Elenco
E:
















Curiosidades
  • Nas telenovelas que fez na TV Tupi, o ator Kadu Moliterno assinava Carlos Eduardo.
  • O Julgamento resultou num fracasso de audiência, que ainda teve um inconveniente: o grande mistério da novela era saber quem matou Lourenço Paixão. A Rede Globo exibiu o filme Os Irmãos Karamazov, destronando o único suspeito que a história tinha para revelar.
  • A novela foi iniciada pressupondo um determinado número de capítulos, mas foi esticada e acabou com uma média de audiência de 23 pontos; o grande momento foi saber que Sônia Eva Wilma foi a grande vilã da trama, pois ela foi a assassina de Lourenço Paixão Cláudio Correia e Castro.
FormatoTelenovela
Criador(es)Renata Pallottini
Carlos Queiroz Telles
baseada na obra deDostoiévski
País de origem Brasil
Idioma originalPortuguês
Produção
Diretor(es)Edson Braga
Álvaro Fugulin
ElencoCláudio Corrêa e Castro
Carlos Zara
Eva Wilma
Ewerton de Castro
Adriano Reys
Tony Ramos
Elaine Cristina
Cleyde Yáconis
Edgard Franco
Lélia Abramo
Henrique Martins
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Tema de abertura"Galope" - MPB4
Exibição
Emissora de televisão originalBrasil Rede Tupi
Transmissão original4 de outubro de 1976 - 30 de abril de 1977
N.º de episódios178 capítulos

domingo, 5 de noviembre de 2017

2042 Telenovelas de América Producciones‎ Perú 1997/2003

A fines de 1997, se funda la productora de telenovelas y películas América Producciones, propiedad de los Crousillat.
1998-2000
2000-2003
Telenovelas
Leonela, muriendo de amor es la primera telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat para la productora América Producciones realizada en 1997.119 capitulos

Luz María es una telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat para la productora América Producciones, transmitida por América Televisión. Fue emitida entre 1998 y 1999 y contó con 176 capítulos.
3Cosas del amor es una telenovela peruana producida por América Producciones, transmitida por Frecuencia Latina en 1998. Protagonizada por Maricarmen Regueiro y Diego Bertie, con la participación antagónica de Sonia Oquendo. Está basada en una historia de Luis Gayo Paz.122 capitulos
4Isabella, mujer enamorada es una telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat para la productora América Producciones, transmitida por América Televisión. Fue emitida desde el 22 de marzo de 1999 hasta noviembre de 1999 y contó con 140 capítulos.
Está basada en la telenovela La sucesora, historia original del escritor brasileño Manoel Carlos, el cual se inspiró en la novela del mismo nombre de Carolina Nabuco. La adaptación, a cargo de Ana Montes, ambientó la historia en el Perú de la década de 1930.
Fue protagonizada y antagonizada por Ana Colchero interpretando a "Isabella" y "Clara", como protagonista y antagonista respectivamente, acompañada de Christian Meier, junto a la participación antagónica de Teddy Guzmán.
María Emilia, querida es una telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat para la productora América Producciones, transmitida por América Televisión en 1999 y que contó con 150 capítulos.
La telenovela está basada en la radionovela "Tú mundo y el mío", novela original de la escritora cubana Delia Fiallo y que contó con una adaptación a cargo de la escritora mexicana Ximena Suárez.
Protagonizada por Coraima Torres y Juan Soler, y con la participación antagónica de Ana Patricia Rojo.
6Pobre diabla es una telenovela peruana producida y emitida por América Televisión en el 2000 y 2001. Protagonizada por Angie Cepeda y Salvador del Solar, con la participación antagónica de la primera actriz María Cristina Lozada. El libreto es una versión libre de la escritora Delia Fiallo sobre la historia original de Alberto Migré y que cuenta con una adaptación de Ximena Suárez.180 capitulos
En España, esta telenovela ocupó el primer puesto de las más vistas en los últimos años, por encima de Yo soy Betty, la feaPasión de gavilanes o “Amarte así Frijolito”, con una media del 28,5% de share, y que en su última semana superó el 42% y los cuatro millones de espectadores.
7Milagros es una telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat para América Televisión. Es una adaptación de la telenovela venezolana de 1982 La heredera, creación original de la cubana Delia Fiallo.220 capitulos
Fue protagonizada por Sonya Smith y Roberto Mateos, con la participación antagónica de Yvonne Frayssinet. Además cuenta con las actuaciones estelares de Juan VitaliVirna FloresRoberto VanderHugo Cosiansi y Malena Elías.
8Soledad es una telenovela peruana producida por José Enrique Crousillat en el año 2001. Es una adaptación de la telenovela venezolana Querida mamá, original de Delia Fiallo. Fue la última producción de la productora América Producciones.195 capitulos
Protagonizada por Coraima Torres y Guillermo Pérez, y con la participación antagónica de la primera actriz Lupita Ferrer.

*T E L E N O V E L A*

Una telenovela es un género televisivo producido originalmente en varios países de América Latina, cuya principal característica es contar desde una perspectivamente básicamente melodramática una historia de amor a lo largo de varias decenas de capítulos (usualmente más de 100) y que casi siempre tiene un final.

Durante el trayecto de la misma, los personajes principales (un galán y una damita joven) sufren los embates de uno o varios villanos (generalmente una novia despechada, un madre celosa o un padre despótico), que se ve coronada con la felicidad en el último minuto del capítulo final, hasta el cual se sucede una innumerable cantidad de peripecias. Esencialmente de carácter sentimental, con intrigas, engaños y confusiones.

Con los años han ganado más acción e incorporado elementos de otros 'géneros' (como el policíaco, la comedia, el thriller e incluso la ciencia ficción).

El argumento base de la telenovela es el de la ascención social que, generalmente, se da por medio del matrimonio (aunque también ha habido muchas en que la protagonista luego de ser seducida y abandonada, logra revertir su penosa situación y triunfa a costa de mucho esfuerzo y dedicación - sirviendo así de ejemplo, sobre todo, para las amas de casa y las mujeres que hasta los años 80, eran el público fundamental de estas producciones; pero hace un par de décadas amplios segmentos masculinos consumen seriales de esta clase).

En la telenovela clásica, generalmente hay un amor imposible, un/a hijo/a abandonado/a (casi siempre un/a heredero/a de una abultada fortuna), y grandes secretos del pasado que, al revelarse, cambian el curso de la historia rectificando fatales errores e injusticias.

La telenovela moderna ha abortado temas tan polémicos y peliaguados como el cáncer, las drogas, la homosexualidad y el crimen. También, por su gran matiz prescriptivo, promueven sensibles cuestiones sociales.

Aunque muchos lo cuestionen, la telenovela se ha vuelto patrimonio de la cultura latinoamericana (sobre todo donde mayor sofisticación ha alcanzado, como en Brasil). Pero su finalidad básica no es educar, como algunos pretenden, ya que es un programa de neto entretenimiento y que surgió más por estímulo de las jaboneras que por una necesidad recreativa o cultural.

El género nació en la radio, específicamente en Cuba, donde salieron al aire los primeros seriados radiales.
Cuando nace la TV en América Latina, especialmente en Cuba y Brasil (otoño de 1950), el género es automáticamente importado al nuevo medio. La primera telenovela latinoamericana parece ser la brasileña Tu vida me pertenece (Sua vida me pertence, en port.), realizada por TV Tupi de São Paulo. Empezó el 21 de diciembre de ese año, con capítulos de 20 minutos y 3 veces por semana.

La cubana Senderos de amor, estrenada el 1ro de octubre de 1952, por CMQ-TV parece haber sido la segunda propuesta del género en el continente, a la cual siguió una estela de historias que para 1958 ya eran 15 por año, sólo en el antes mencionado Canal 6 (CMQ) .

Erróneamente, se da a México la paternidad de la telenovela. No es hasta el 9 de junio de 1958 que se emite, en vivo, por Telesistema Mexicano (TSM, Canal 4) Senda prohibida, de Fernanda Villeli, en Su Telenovela Colgate, diariamente a las 6.30 p.m.

Otras novelas que precedieron a Senda... fueron La criada de la granja (1954, Televisa, hoy Venevisión), Ante la ley (22 de agosto de 1955, Puerto Rico) ,La esquina (1955), escrita por Román Chalbaud, y transmitida por Radio Caracas Televisión y producida por Colgate-Palmolive,
El 0597 está ocupado es considerada la primera telenovela colombiana /1959/,Vila Faia primera telenovela portuguesa /RTP 1982/,
“Magdalena de la calle” primera telenovela paraguaya /1978/, Bar Cristal primera telenovela peruana /1959/,
1967 - CHILE: La chica del bastón , realizada por PROTAB, se convierte en la primera telenovela chilena,

Si bien son temáticamente parecidas a las soap operas de la televisión anglosajona, a diferencia de éstas, la telenovela latinoamericana tienen un número limitado de episodios, no pasando normalmente de alrededor de cien o pocos cientos y de una duración de aproximadamente seis meses a un año como máximo. En casos excepcionales su duración se puede extender a dos e incluso tres años, con la salvedad de las telenovelas de producción española, en las cuales la duración indefinida sí es lo habitual.Es también conocida como Tele-romance, llamada novela de TV o simplemente novela en Brasil, Tele-teatro o tira en Argentina, Culebrón (por su larga duración) en España y Venezuela, Seriado (por la cronología) en Colombia y Teleserie (porque la comedia o la acción es mayor al romance) en Chile y en zonas de Perú y Bolivia y comedia en Uruguay.

Telenovela es una palabra de origen castellano, especialmente del español hablado en Cuba, precursor de este género audiovisual que se inspiró en las radionovelas. El término es el resultado de la fusión de las palabras: tele (de televisión) y novela (el género literario romántico).

Telenovela é uma história de ficção desenvolvida para apresentação na televisão. Ela tem a característica de ser dividida em capítulos, em que o seguinte é a continuação do anterior. O sentido geral da trama é previsto inicialmente, mas o desenrolar e o desenlace não. Durante a exibição – que pode levar de seis a dez meses, em episódios diários –, novos rumos e personagens podem ser inseridos.Portugal é um grande produtor de telenovelas, onde se destacam as telenovelas produzidas pela TVI e da RTP, que já são exportadas para vários países e possuem uma qualidade estética e literária incrível. A primeira novela portuguesa foi Vila Faia da RTP/1982/.

Antes de cada capítulo de uma telenovela, é exibido um pequeno clipe audiovisual chamado abertura ou genérico contendo imagens relacionadas à temática da história; música de fundo; créditos de atores, diretores e autores da obra. Em alguns casos, esta abertura é exibida somente após o primeiro bloco da telenovela, ficando entre este primeiro bloco e o primeiro intervalo comercial. Trechos das aberturas também são exibidos como vinhetas de "estamos apresentado" e "voltamos a apresentar" no início e no fim dos intervalos comerciais e como encerramento, onde são exibidos créditos de produção como câmeras e produtores.

A ordem dos créditos exibidos numa abertura não é obrigatória e varia de acordo com cada produção, mas é comum que seja exibido primeiro o nome dos autores seguidos pelos protagonistas e antagonistas, núcleo central, apresentando (novos atores), atores convidados, crianças, participações especiais e por fim os colaboradores, os diretores, o diretor principal e o diretor de núcleo. O título da novela é comumente exibido no término da abertura, mas há também ocasiões em que é exibido tanto no início quanto no fim ou até mesmo somente no início ou no meio da abertura.

Já nos encerramentos, a ordem é: Elenco de apoio (atores com baixa participação nas novelas), autorização especial (geralmente vinda do SATED), equipe técnica (ordem variada), gerência de produção e, por último, marcas que anunciaram "merchandising" e a realização (logomarca, site da novela, ano de produção e razão social da emissora).

Em Portugal e países lusófonos de África as aberturas tem o nome de "Genérico" e possuem duração variada de 50 segundos à 1 minuto.

A palavra telenovela é uma palavra de origem castelhana, particularmente do espanhol falado em Cuba, país precursor desse gênero audiovisual que foi inspirado nas radionovelas. O vocábulo é fruto da fusão das palavras: tele (de televisão) e novela, que em espanhol é o mesmo que romance em português.

Devido a sua longa-duração, há quem aponte uma pretensa contradição em sua denominação, ao dizer que as telenovelas deveriam se chamar "telerromances". Porém, para a língua portuguesa, o gênero literário novela distingue-se do romance não pelo seu tamanho, mas pela forma como os eventos se sucedem na narrativa e pela abordagem folhetinesca da sua escrita.

A matriz original do termo mostrou ser forte a ponto de conseguir legitimidade em outros idiomas, como o russo, que preferia a palavra 'serial', para designar os folhetins audiovisuais.

A fala cotidiana em países como Brasil, Portugal e a própria Cuba, aceita a forma abreviada de 'novela' para chamar a obra audiovisual. Porém o termo "telenovela" é preferível a fim de distinguir a obra audiovisual da literária.