martes, 23 de mayo de 2017

1999 Seus Olhos telenovela brasileira SBT 2004 ūüáßūüá∑


Seus Olhos √© uma telenovela brasileira produzida e exibida pelo SBT de 18 de maio a 4 de dezembro de 2004, em 173 cap√≠tulos sendo substitu√≠da por Esmeralda.
Remake da telenovela mexicana La gata e baseada no texto original de In√©s Rodena, foi adaptada por Ecila Pedroso, Noemi Marinho, Marcos LazariniAimar LabakiM√°rio Viana e F√°bio Torres e dirigida por Jacques LagoaLuiz Ant√īnio Pi√° e Henrique Martins, com David Grimberg como diretor geral de teledramaturgia.
enredo
Conta a hist√≥ria de dois jovens que se amam, mas que sofrem preconceito e intoler√Ęncia devido a um passado desconhecido. Seus Olhos √© dividida em tr√™s fases.

Primeira fase

Se passa em S√£o Paulo na d√©cada de 1980. Marina, 21 anos, √≥tima pintora de quadros e √≥rf√£ de pai desde pequena, leva uma boa vida ao lado de sua m√£e, Edite. V√≠tor tem muitas chances de conquistar o cora√ß√£o da mo√ßa. Ele √© um advogado bem sucedido que trabalha numa empresa de constru√ß√£o naval cujo herdeiro, Tiago, tamb√©m √© apaixonado por Marina. Mas ela n√£o sabe que Vitor √© casado com Elaine e tem um filho de dois anos, Artur.
Edite morre, deixando Marina √≥rf√£, e esta, fragilizada, se entrega a V√≠tor. A situa√ß√£o seria melhor para ele se sua esposa n√£o descobrisse o caso. Marina fica chocada ao saber que o "namorado" √© na verdade casado e imediatamente termina o romance. Depois, se aproxima de Tiago e a amizade se transforma em amor que vira, em casamento. Fl√°via, amiga de Marina, casa com S√©rgio na mesma √©poca, e em ambas engravidam.
Durante os nove meses de gestação, Vítor dá um golpe que resulta na falência de sua empresa. O vice-presidente Sérgio descobre tudo e, depois de uma briga, Vítor o mata e culpa Tiago pelo ocorrido. Ele conta para Marina toda a verdade. Mas, para provar que fez tudo por amor, passa todo o dinheiro que roubou para a filha recém-nascida da moça, Renata. A mãe fica indignada. Os dois brigam e, no final, Vítor assassina Marina. Desesperado, ele procura provas para culpar Tiago, que, mesmo sendo inocente, é julgado e condenado a 30 anos de prisão.
Fl√°via tamb√©m d√° √† luz uma menina, Cibele. Os destinos de Cibele e de Renata se cruzar√£o vinte anos depois. Renata √© seq√ľestrada por Dirce, uma exploradora de crian√ßas que mora na periferia da capital paulista. Rinaldo, mais conhecido como Berro e filho da exploradora, comete um assalto e √© preso, fazendo companhia para Tiago na cadeia.

Segunda fase

Come√ßa com a passagem de oito anos. Renata continua morando com Dirce, que a explora o quanto pode. V√≠tor desiste de trabalhar na empresa para montar seu pr√≥prio escrit√≥rio de advocacia, al√©m de trabalhar para o crime organizado. A assistente social e soci√≥loga Norma conhece Renata e fica comovida com as condi√ß√Ķes da menina. Cibele √© criada por seus av√≥s, em S√£o Paulo, longe de sua m√£e. Depois, Artur se namora de ela. Ent√£o ela inicia uma persegui√ß√£o contra Dirce. Renata faz uma grande amizade com Artur, que lhe ensina a ler e escrever. Ela ama desenhar, dom esse herdado da falecida m√£e.

Terceira fase

Mais doze anos se passam. Renata e Artur se apaixonam. Devido √† diferen√ßa social e a pedido da mo√ßa, o casal namora em segredo. V√≠tor e Elaine comemoram bodas de prata. Na ocasi√£o, Artur finalmente apresenta Renata √† fam√≠lia como sua noiva. Mas a m√£e dele enlouquece e expulsa a futura nora de casa.
V√≠tor fica pasmo com a semelhan√ßa entre Renata e a m√£e dela, e imediatamente desconfia que se trata da menina desaparecida h√° anos. Muito mais que conseguir recuperar "seu dinheiro", a paix√£o que V√≠tor sentia por Marina renasce na figura de Renata, que √© id√™ntica √† m√£e. Assim, √© formado o tri√Ęngulo amoroso que envolve V√≠tor, Artur e Renata. Elaine sente que a hist√≥ria de mais de 20 anos atr√°s est√° se repetindo e far√° de tudo para n√£o perder V√≠tor.
Artur se namora da gananciosa Cibele, chantagem tudo ao. Depois, Cibele se namora do traiçoeiro Felipe.
Renata passa a morar no loft que pertencia à sua mãe e, quando encontra o retrato que foi tirado na maternidade, aos poucos toma conhecimento da verdade. Ela e Artur terão que superar os problemas e traumas do passado e ultrapassar os obstáculos do presente para terem um romance feliz.
Elenco
AtorPersonagem
Carla CabralMarina/RenataThierry FigueiraArturPetr√īnio GontijoV√≠torJuan AlbaTiagoFran√ßoise FortonElaineRegina Maria DouradoMafaldaLuiz GuilhermeOttoCl√°udio FontanaGilsonBete CoelhoNormaLu GrimaldiDirceCarmo Dalla VecchiaS√©rgioAdriana Londo√ĪoFl√°viaMarcela MunizVal√©riaNico PuigBerro (Rinaldo)Neusa Maria FaroGiseldaLu√≠s Carlos de MoraesDem√©trioRaoni CarneiroFelipeF√°bio Villa VerdeTitoJiddu PinheiroJuc√™Rog√©rio M√°rcicoGreg√≥rioMatheus PetinattiNiloG√©sio AmadeuBartolomeuVi√©tia ZangrandiDoraCl√©o VenturaIaraC√©sar PezzuoliMauroAngela Corr√™aElviraRodolfo de FreitasLeonelPatr√≠cia MayoAraciBruno GiordanoEveraldoJacqueline DalabonaL√≠diaMartha MeolaCleusaAdemir ZanyorVicenteRicardo di Gi√°comoTadeuRog√©rio BandeiraValdoMarcelo PioTom√°sMarcelo CastioniT√©oTh√°vine FerrariRenataRenan BegaArturRodolfo ValenteGilsonJulia PalmeiraCibeleCaique SantosFilipeLuccas PappNilo'

Participa√ß√Ķes especiais

AtorPersonagem
Bete MendesEdite
Christina DieckmannCibele
Mariza MarchettiEnfermeira
SBT – 20h30
de 18 de maio a 4 de dezembro de 2004
173 capítulos
texto original de Inés Rodena
adaptação de Ecila Pedroso, Noemi Marinho, Marcos Lazarini, Aimar Labaki, Mário Viana e Fábio Torres
direção de Jacques Lagoa e Luiz Antonio Piá
direção geral de Henrique Martins
direção geral teledramaturgia de David Grinberg
Novela anterior
Canavial de Paix√Ķes
Novela posterior
Esmeralda
Brasilūüáßūüá∑

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*T E L E N O V E L A*

Una telenovela es un género televisivo producido originalmente en varios países de América Latina, cuya principal característica es contar desde una perspectivamente básicamente melodramática una historia de amor a lo largo de varias decenas de capítulos (usualmente más de 100) y que casi siempre tiene un final.

Durante el trayecto de la misma, los personajes principales (un gal√°n y una damita joven) sufren los embates de uno o varios villanos (generalmente una novia despechada, un madre celosa o un padre desp√≥tico), que se ve coronada con la felicidad en el √ļltimo minuto del cap√≠tulo final, hasta el cual se sucede una innumerable cantidad de peripecias. Esencialmente de car√°cter sentimental, con intrigas, enga√Īos y confusiones.

Con los a√Īos han ganado m√°s acci√≥n e incorporado elementos de otros 'g√©neros' (como el polic√≠aco, la comedia, el thriller e incluso la ciencia ficci√≥n).

El argumento base de la telenovela es el de la ascenci√≥n social que, generalmente, se da por medio del matrimonio (aunque tambi√©n ha habido muchas en que la protagonista luego de ser seducida y abandonada, logra revertir su penosa situaci√≥n y triunfa a costa de mucho esfuerzo y dedicaci√≥n - sirviendo as√≠ de ejemplo, sobre todo, para las amas de casa y las mujeres que hasta los a√Īos 80, eran el p√ļblico fundamental de estas producciones; pero hace un par de d√©cadas amplios segmentos masculinos consumen seriales de esta clase).

En la telenovela cl√°sica, generalmente hay un amor imposible, un/a hijo/a abandonado/a (casi siempre un/a heredero/a de una abultada fortuna), y grandes secretos del pasado que, al revelarse, cambian el curso de la historia rectificando fatales errores e injusticias.

La telenovela moderna ha abortado temas tan polémicos y peliaguados como el cáncer, las drogas, la homosexualidad y el crimen. También, por su gran matiz prescriptivo, promueven sensibles cuestiones sociales.

Aunque muchos lo cuestionen, la telenovela se ha vuelto patrimonio de la cultura latinoamericana (sobre todo donde mayor sofisticación ha alcanzado, como en Brasil). Pero su finalidad básica no es educar, como algunos pretenden, ya que es un programa de neto entretenimiento y que surgió más por estímulo de las jaboneras que por una necesidad recreativa o cultural.

El género nació en la radio, específicamente en Cuba, donde salieron al aire los primeros seriados radiales.
Cuando nace la TV en Am√©rica Latina, especialmente en Cuba y Brasil (oto√Īo de 1950), el g√©nero es autom√°ticamente importado al nuevo medio. La primera telenovela latinoamericana parece ser la brasile√Īa Tu vida me pertenece (Sua vida me pertence, en port.), realizada por TV Tupi de S√£o Paulo. Empez√≥ el 21 de diciembre de ese a√Īo, con cap√≠tulos de 20 minutos y 3 veces por semana.

La cubana Senderos de amor, estrenada el 1ro de octubre de 1952, por CMQ-TV parece haber sido la segunda propuesta del g√©nero en el continente, a la cual sigui√≥ una estela de historias que para 1958 ya eran 15 por a√Īo, s√≥lo en el antes mencionado Canal 6 (CMQ) .

Erróneamente, se da a México la paternidad de la telenovela. No es hasta el 9 de junio de 1958 que se emite, en vivo, por Telesistema Mexicano (TSM, Canal 4) Senda prohibida, de Fernanda Villeli, en Su Telenovela Colgate, diariamente a las 6.30 p.m.

Otras novelas que precedieron a Senda... fueron La criada de la granja (1954, Televisa, hoy Venevisión), Ante la ley (22 de agosto de 1955, Puerto Rico) ,La esquina (1955), escrita por Román Chalbaud, y transmitida por Radio Caracas Televisión y producida por Colgate-Palmolive,
El 0597 est√° ocupado es considerada la primera telenovela colombiana /1959/,Vila Faia primera telenovela portuguesa /RTP 1982/,
“Magdalena de la calle” primera telenovela paraguaya /1978/, Bar Cristal primera telenovela peruana /1959/,
1967 - CHILE: La chica del bastón , realizada por PROTAB, se convierte en la primera telenovela chilena,

Si bien son tem√°ticamente parecidas a las soap operas de la televisi√≥n anglosajona, a diferencia de √©stas, la telenovela latinoamericana tienen un n√ļmero limitado de episodios, no pasando normalmente de alrededor de cien o pocos cientos y de una duraci√≥n de aproximadamente seis meses a un a√Īo como m√°ximo. En casos excepcionales su duraci√≥n se puede extender a dos e incluso tres a√Īos, con la salvedad de las telenovelas de producci√≥n espa√Īola, en las cuales la duraci√≥n indefinida s√≠ es lo habitual.Es tambi√©n conocida como Tele-romance, llamada novela de TV o simplemente novela en Brasil, Tele-teatro o tira en Argentina, Culebr√≥n (por su larga duraci√≥n) en Espa√Īa y Venezuela, Seriado (por la cronolog√≠a) en Colombia y Teleserie (porque la comedia o la acci√≥n es mayor al romance) en Chile y en zonas de Per√ļ y Bolivia y comedia en Uruguay.

Telenovela es una palabra de origen castellano, especialmente del espa√Īol hablado en Cuba, precursor de este g√©nero audiovisual que se inspir√≥ en las radionovelas. El t√©rmino es el resultado de la fusi√≥n de las palabras: tele (de televisi√≥n) y novela (el g√©nero literario rom√°ntico).

Telenovela √© uma hist√≥ria de fic√ß√£o desenvolvida para apresenta√ß√£o na televis√£o. Ela tem a caracter√≠stica de ser dividida em cap√≠tulos, em que o seguinte √© a continua√ß√£o do anterior. O sentido geral da trama √© previsto inicialmente, mas o desenrolar e o desenlace n√£o. Durante a exibi√ß√£o – que pode levar de seis a dez meses, em epis√≥dios di√°rios –, novos rumos e personagens podem ser inseridos.Portugal √© um grande produtor de telenovelas, onde se destacam as telenovelas produzidas pela TVI e da RTP, que j√° s√£o exportadas para v√°rios pa√≠ses e possuem uma qualidade est√©tica e liter√°ria incr√≠vel. A primeira novela portuguesa foi Vila Faia da RTP/1982/.

Antes de cada cap√≠tulo de uma telenovela, √© exibido um pequeno clipe audiovisual chamado abertura ou gen√©rico contendo imagens relacionadas √† tem√°tica da hist√≥ria; m√ļsica de fundo; cr√©ditos de atores, diretores e autores da obra. Em alguns casos, esta abertura √© exibida somente ap√≥s o primeiro bloco da telenovela, ficando entre este primeiro bloco e o primeiro intervalo comercial. Trechos das aberturas tamb√©m s√£o exibidos como vinhetas de "estamos apresentado" e "voltamos a apresentar" no in√≠cio e no fim dos intervalos comerciais e como encerramento, onde s√£o exibidos cr√©ditos de produ√ß√£o como c√Ęmeras e produtores.

A ordem dos cr√©ditos exibidos numa abertura n√£o √© obrigat√≥ria e varia de acordo com cada produ√ß√£o, mas √© comum que seja exibido primeiro o nome dos autores seguidos pelos protagonistas e antagonistas, n√ļcleo central, apresentando (novos atores), atores convidados, crian√ßas, participa√ß√Ķes especiais e por fim os colaboradores, os diretores, o diretor principal e o diretor de n√ļcleo. O t√≠tulo da novela √© comumente exibido no t√©rmino da abertura, mas h√° tamb√©m ocasi√Ķes em que √© exibido tanto no in√≠cio quanto no fim ou at√© mesmo somente no in√≠cio ou no meio da abertura.

J√° nos encerramentos, a ordem √©: Elenco de apoio (atores com baixa participa√ß√£o nas novelas), autoriza√ß√£o especial (geralmente vinda do SATED), equipe t√©cnica (ordem variada), ger√™ncia de produ√ß√£o e, por √ļltimo, marcas que anunciaram "merchandising" e a realiza√ß√£o (logomarca, site da novela, ano de produ√ß√£o e raz√£o social da emissora).

Em Portugal e pa√≠ses lus√≥fonos de √Āfrica as aberturas tem o nome de "Gen√©rico" e possuem dura√ß√£o variada de 50 segundos √† 1 minuto.

A palavra telenovela é uma palavra de origem castelhana, particularmente do espanhol falado em Cuba, país precursor desse gênero audiovisual que foi inspirado nas radionovelas. O vocábulo é fruto da fusão das palavras: tele (de televisão) e novela, que em espanhol é o mesmo que romance em português.

Devido a sua longa-duração, há quem aponte uma pretensa contradição em sua denominação, ao dizer que as telenovelas deveriam se chamar "telerromances". Porém, para a língua portuguesa, o gênero literário novela distingue-se do romance não pelo seu tamanho, mas pela forma como os eventos se sucedem na narrativa e pela abordagem folhetinesca da sua escrita.

A matriz original do termo mostrou ser forte a ponto de conseguir legitimidade em outros idiomas, como o russo, que preferia a palavra 'serial', para designar os folhetins audiovisuais.

A fala cotidiana em países como Brasil, Portugal e a própria Cuba, aceita a forma abreviada de 'novela' para chamar a obra audiovisual. Porém o termo "telenovela" é preferível a fim de distinguir a obra audiovisual da literária.